27th July 2014

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1, 2, 3… acção!

1, 2, 3… acção!

26th July 2014

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Os donos disto tudo →

O sacrifício d’ “O” banqueiro faz-se para que nada se tenha de alterar e para que, uma vez mais, pareça que os problemas da banca e da finança são iniciativas individuais e não práticas sistemáticas.

24th July 2014

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22nd July 2014

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21st July 2014

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Manuela Ferreira Leite, comentando o crash de Wall Street, no dia 24 de Junho de 2009, numa entrevista à SIC, disse que «esta crise foi um abalozinho de terras». Nos gráficos de economistas, como Paul Krugman, o «abalozinho» teve efeitos maiores e mais duradouros que os da «Grande Depressão» do século xx, quer na queda das economias, quer no aumento do desemprego.
— Jogos de poder (Paulo Pena)

20th July 2014

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Só contra o BPN há 356 processos. Arnaldo Homem Rebelo é advogado de 40 queixosos contra o banco de Oliveira e Costa. Como uma viúva de 91 anos, que recebeu 200 mil euros de herança e foi aconselhada pelo gerente do balcão de Ovar a investir em dívida ida empresa Cimentos Nacionais e Estrangeiros, da SLN. Entregou metade e nunca viu um cêntimo do «investimento», a não ser quando tribunal obrigou o Estado a pagar-lhe os 100 mil euros que o BPN desbaratou.
O antigo gerente do balcão do BPN nas Amoreiras foi preso preventivamente porque usava dinheiro dos clientes para negócios pessoais.
Outro gestor recebeu 3,5 milhões de euros do Instituto Missionário Consolata de Fátima, destinado a «investimentos seguros». Perdeu tudo. O Estado indemnizou, com juros.
Afonso Miguel, engenheiro angolano, entregou 613 758,95 euros no BPN Amoreiras. Quando regressou a Portugal, três anos depois, a sua conta encolhera para 4101,18 euros.
«Os arguidos Oliveira e Costa, Luís Caprichoso e Francisco Sanches conjugaram esforços no sentido de ludibriar accionistas e criar falsos cenários às entidades de supervisão de forma a fazerem impor estratégias de negócios pessoais [e] deitar a mão a fundos criados ou disponíveis nas instituições que geriam», acusa o Ministério Público num dos processos.
Na sua defesa Oliveira e Costa lamenta, na terceira pessoa, tudo isto e «assiste, impotente e angustiado, ao ver-se catapultado para um processo onde tantos apostam em torná-lo num dos maiores escândalos financeiros de todos os tempos, mediante a sistemática intoxicação da opinião pública, com mentiras que até um cidadão esclarecido não terá condições para distinguir».
— Jogos de poder (Paulo Pena)

19th July 2014

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18th July 2014

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Condenado pelo Banco de Portugal ao pagamento de uma multa de um milhão de euros e a nove anos de inibição de actividade no sector financeiro, em Abril de 2010, Jardim recorreu da decisão para o Tribunal de Pequena Instância Criminal de Lisboa.
A seu favor joga uma arcaica e labiríntica legislação de 1982, quando ainda nem sequer existia banca privada.
Na Pequena Instância, o seu processo ficou entre as centenas de casos de pequenos furtos, desacatos, vandalismo, que inundam a barra.
Em Abril de 2011, começa o julgamento. São ouvidas testemunhas. Em Setembro, o juiz António Hora decide anular o processo, por entender que a prova do BdP fora obtida através de meios ilícitos: a alegada violação do sigilo bancário que permitiu a Berardo obter os documentos sobre os offshores em que se baseia a denúncia.
O Ministério Público recorre para a Relação que, por duas vezes, manda que o julgamento prossiga. Jardim recorre para o Constitucional onde, também por duas vezes, a decisão se mantém. O julgamento é válido e é para continuar.
Com isto já se passaram dois anos de interregno. Novo golpe de teatro. O juiz António da Hora declara-se incompetente para prosseguir uma vez que foi transferido para outra comarca. O caso volta à Relação, que insiste que o juiz tem mesmo de julgar o caso. Em Fevereiro de 2014 o juiz rende-se e julga… que o caso contra jardim Gonçalves prescreveu.
O Conselho Superior da Magistratura abriu um inquérito. Magalhães e Silva, o advogado de Jardim Gonçalves, sai em defesa do juiz.
Entretanto, a ameaça de novas prescrições é real.
O processo-crime, que pode ditar penas de prisão, também parou. Desta vez, a juíza Anabela Morais — a quem Filipe Pinhal entregou o depoimento que referimos nos primeiros capítulos — ausentou-se, por baixa médica, logo após as alegações finais.
O Ministério Público acusou Jardim Gonçalves e Os outros ex-administradores do BCP no dia 23 de Junho de 2009. Os arguidos pediram a abertura da «instrução». Um ano depois foram pronunciados. Mas o julgamento só começou dois anos e três meses depois…
Nesse interregno, o Conselho Superior da Magistratura esteve a procurar um magistrado em exclusividade para julgar este caso. Ao fim de um ano e meio, o julgamento parou. E ainda nem se iniciaram os eventuais recursos…
Nisto, Portugal não se diferencia do resto do Mundo. Não há um único grande banqueiro condenado pela justiça. Só pequenos funcionários, apanhados em flagrante. No entanto, a colonizou os tribunais portugueses desde 2008.
— Jogos de poder (Paulo Pena)

17th July 2014

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"So here then we have six strapping German lads, fresh off a World Cup win, comparing Argentines to hunchbacks and contrasting their own straight backs with the Argentines’ physical decrepitude."

16th July 2014

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A presidente da Autoridade Judiciária, Tunde Hardó, é a nova «chefe» da justiça húngara. A mulher que pode decidir em que tribunal serão julgados os responsáveis socialistas acusados de corrupção (todos são do MSzP…) também tem dezoito anos de mandato à sua frente, e só pode ser demitida por uma maioria qualificada. É amiga pessoal de Orbán, casada com o dirigente do Fidesz que se gabou de ter escrito a nova constituição do país no seu iPad, Joszef Szájer.
As «reformas» na Justiça foram condenadas pelo Conselho da Europa e por todas as ONG independentes da Hungria.
Algumas medidas, como as «consultas» que o Governo faz aos cidadãos, por carta, perguntando («capciosamente», dizem-nos) o que acham desta ou daquela medida, parecem saídas de um romance de Orwell. Qual é o mal de saber o que o povo pensa?, argumentam os partidários de Orbán. Nenhum, excepto se o que o povo pensa servir para alterar as leis eleitorais e der ao Governo um mapa preciso dos seus redutos e dos dos adversários.
Cada uma destas cartas, com uma fotografia de Orbán, tem no canto inferior direito um código QR (um código de barras mais com-plexo que serve para aceder a informação online). Com um telemóvel «lemos» o código. E lá está a identificação de quem recebe a carta: com nome e morada. É suposto que a carta seja respondida, e devolvida ao Governo. E assim se constrói uma base de dados com O «sentir», nada anónimo, de um país.
— Jogos de poder (Paulo Pena)

15th July 2014

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Energia foi aquilo que o assunto Icesave retirou, na opinião de Mathiasson, ao país para sair, ainda mais depressa, da crise. O caso arrasta-se, depois de, por duas vezes, em referendo, os islandeses terem recusado o acordo estabelecido entre o seu Governo e a Inglaterra e a Holanda. O Icesave era uma filial online do Landsbanki, que faliu, em Outubro de 2008. Cerca de 400 mil depositantes britânicos e holandes ficaram com o seu dinheiro congelado (cerca de 5 mil milhões de euros, no total). O Reino Unido aplicou a sua Lei Antiterrorista para forçar a Islândia a pagar. E, como não teve êxito, resolveu adiantar o dinheiro (como o Governo de Haia) do seu próprio orçamento, enviando a factura para Reiquiavique. O Governo islandês procurou negociar um pagamento faseado. Mas o Presidente da República não assinou o acordo, levando o assunto a referendo. A população rejeitou aquela solução.
Como consequência, a Islândia não pode pedir dinheiro emprestado nos «mercados». Tem de viver com empréstimos bilaterais (China, Polónia) e com o empréstimo do FMI, negociado em 2008.
O principal negociador do FMI na Islândia foi o mesmíssimo Poul Thomsen, o dinamarquês de olhos azuis que aterrou em Lisboa. Lilja Mosesdóttir reuniu-se com ele e considera-o «muito bem preparado» e até «permeável às reivindicações do povo». Na Islândia foi assim… «Em Portugal, também pode ser, se as pessoas lutarem pelo que querem», aconselha Lilja.
Mathíasson também considera «justa» a abordagem do FMI. «Impuseram uma redução do défice, mas não estabeleceram condições para os cortes. Isso acontece, talvez, porque o FMI não tem de convencer o eleitorado, como tem a chanceler alemã, Angela Merkel…» Na Islândia, os cortes orçamentais preservaram o sistema de protecção social. No hospital de Bryndis, agora, há que «pensar duas vezes antes de fazer uma fotocópia». Os lápis estão contados, sim. Fecharam serviços públicos (hospitais e escolas), mas não houve cortes nos apoios sociais, nem privatizações. Pelo contrário, o estado social islandês foi elogiado pelo FMI, e até cresceu, nestes últimos anos. Há pressões para privatizar as empresas energéticas, mas o Governo opõe-se e a nova Constituição estabelece que a propriedade dos sectores essenciais (como a energia) seja pública.
— Jogos de poder (Paulo Pena)

10th July 2014

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FAMEL #15 (Yamaha XV750 by Greg Hageman)

FAMEL #15 (Yamaha XV750 by Greg Hageman)

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9th July 2014

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Foundations can appropriately be described as a necessary evil. If a building is to be constructed on an outcrop of sound rock, no foundation is required. Hence, in contrast to the building itself which satisfies specific needs, appeals to the aesthetic sense, and fills its matters with pride, the foundations merely serve as a remedy for the deficiencies of whatever whimsical nature has provided for the support of the structure at the site which has been selected. On account of the fact that there is no glory attached to the foundations, and that the sources of success or failures are hidden deep in the ground, building foundations have always been treated as step children; and their acts of revenge for the lack of attention can be very embarrassing.
— The Influence of Modern Soil Studies on the Design and Construction of Foundations (Karl Terzaghi,1951)

8th July 2014

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Ao cuidado dos srs. da MSTF Partners: comam antes uma peça de fruta que vos faz melhor.

7th July 2014

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